UK

Confira aqui algumas fotos desta viagem!

Londres

A capital da terra da rainha é uma cidade com muita história e personalidade. Desde o característico clima londrino a pontos turísticos inconfundíveis, Londres é um destino imperdível.

Deslocamento

Dentre os aeroportos que servem Londres, há dois principais: Heathrow (LHR) e Gatwick (LGW). Nós chegamos via LGW e saímos via LHR.

LGW está a 45 km de Londres. A viagem de trem leva cerca de 50 minutos e te deixa na estação Victoria, servida por 3 linhas de metrô. Compramos os bilhetes de trem na saída do terminal do aeroporto, em um guichê da Gatwick Express. Como estávamos em quatro pessoas, conseguimos desconto de grupo – cada bilhete ficou em torno de R$92.

LHR está a 25 km de Londres. Há uma linha de metrô, a Piccadilly, que leva até o aeroporto. Infelizmente, no dia da nossa volta os trabalhadores do metrô entraram em greve e tivemos que recorrer a um Uber. A corrida custou 72 libras, para quatro pessoas.

O sistema de metrô de Londres é muito completo. Há diversas formas de pagar pelo serviço. Talvez o mais popular seja o pay as you go contactless. Supostamente, é assim que funciona: você usa qualquer forma contactless/NFC de pagamento (cartão, relógio, celular) e lê na entrada e na saída do metrô. O sistema identifica a jornada e o preço a ser cobrado. Com o valor calculado, você só será cobrado se ainda não tiver atingido o limite diário.

Para a maior parte das estações/zonas, o limite diário é 7.70 libras. Isso significa que, dentro do mesmo dia, você não pagará mais do que isso.

Nós não utilizamos essa opção. Ainda no Brasil, compramos o Visitor Oyster card, pré carregado com 40 libras. Esse valor é suficiente para 5 dias de uso. É possível recarregar o cartão caso você precise de mais crédito.

Museus

Londres conta com uma variedade fascinante de museus. Certifique-se de encontrar os que sejam do seu interesse, já que vai ser difícil conseguir visitar todos!

Fomos a três museus excelentes e gratuitos:

Talvez a Tower of London também caiba nesta sessão. Este forte talvez seja a construção histórica de maior significado em Londres. Construído em 1066, a fortificação servia como “porta” do Tâmisa, controlando o acesso de embarcações à cidade de Londres e ao interior do país. Passou por diversas ampliações, incluindo a notória White Tower. A propriedade conta com diferentes locais de visita, mas o aspecto de “museu” fica um pouco a desejar. As peças são réplicas e recriações. Quiçá a sessão mais notória seja a exibição das jóias da coroa.

White Tower no centro da fortificação
Outros passeios

Se você já acompanha nossa viagens, sabe que adoramos bater pé. Em Londres não poderia ter sido diferente!

O Hyde Park é um dos maiores parques de Londres, com diferentes setores e muita história. Fizemos um percurso do Palácio de Kensington até o lago Serpentine. Venha com a gente:

Outro trajeto muito legal foi ir a Torre de Londres até o Palácio de Westminster cruzando as pontes Tower Bridge e Westminster Bridge. Veja como foi:

Para os fãs de Harry Potter, é possível visitar os estúdios da WB onde foram gravados os filmes. O passeio é uma viagem de bastidores, contando muito da história da franquia de filmes do bruxo. Confira nossa visita:

Por fim, o Sky Garden é um lugar lindo para apreciar a cidade e curtir o pôr do sol. Faça sua reserva antecipadamente e prepare-se para algumas filas.

Bath

Na nossa road trip para oeste, passamos por algumas cidades de destaque no nosso caminho até Bath, a 156 km de Londres.

Bath é conhecida pelos banhos romanos, construídos sobre fontes naturais. Infelizmente, chegamos na cidade já no final da tarde, e não tivemos opção a não ser caminhar por algumas ruas históricas e observar a arquitetura baseada na Bath stone.

Windsor

A primeira parada foi Windsor, para visitar o Castelo de Windsor, residência oficial da rainha. A visita ao castelo, apesar de um pouco demorada, é muito interessante. Você tem a oportunidade de cruzar salas e ambientes de uma residência oficial ainda em atividade – diferente de Versailles, por exemplo, que serve apenas como museu.

Não ficamos muito pela cidade porque tínhamos bastante chão para rodar. Windsor é muito charmosa, apesar de atulhada de turistas.

Castle Comb

O ponto alto dessa rota ficou para a idílica cidade de Castle Comb, na região de Cotswolds. O centro histórico, onde fomos, não recebe novas construções desde meados de 1600. Caminhamos pelas ruas tortuosas dessa vila absolutamente histórica e cansamos de fotografar os jardins do hotel Manor House. A vila é tão confusa que, em determinados momentos, eu tinha certeza que estávamos cruzando alguma propriedade particular.

Dover

Nossa segunda road trip foi a sudeste, até o trecho mais estreito do Canal da Mancha.

Dover é uma cidade portuária de grande destaque para a Inglaterra. Achados históricos remontam a região como local de acesso à ilha para os povos da idade da pedra. Ao longo da história, Dover foi palco de batalhas e teve grande expressão na defesa do reino. Durante a Segunda Guerra Mundial, uma manobra evasiva resgatou cerca de 340 mil soldados aliados das costas da França para Dover. O relato é contado no filme Dunkirk.

Nossa primeira parada foi o Castelo de Dover, fortificação do século 11 e muitíssimo bem conservada. De lá, partimos para os White Cliffs of Dover, parque litorâneo com penhascos de um conhecido tipo de calcário branco: giz. A área é repleta de trilhas para caminhada e encontramos um caminho para descer até a “praia”.

Canterbury

Se em Bath nós chegamos muito tarde, em Canterbury chegamos muito cedo! A maior parte do comércio ainda estava fechada, mas conseguimos dar um rápido passeio pelo centro histórico. A Catedral de Canterbury, patrimônio mundial da UNESCO, é a construção cristã mais antiga e famosa da Inglaterra. Infelizmente, estava em obras e não pudemos visitar.

Leeds

Passamos em Leeds para visitar o famoso castelo dentro do lago, mas também não passamos da porta. Chegamos muito tarde para visitar o castelo. Esses desencontros fazem parte de uma road trip.

Para não perder a viagem, paramos para finalizar o dia com um generoso fish n chips na The George Inn.

Vale a pena?

Com certeza! Apesar do câmbio real x libra ser bastante desfavorável, é possível visitar Londres e algumas cidades principais sem gastar uma fortuna. Refeições foram bem caras, então se você puder cozinhar e fazer alguns lanches na sua hospedagem, conseguirá reservar orçamento para passeios e visitas.

O interior da Inglaterra é maravilhoso, mas você não necessariamente precisa alugar um carro. O país conta com uma boa malha ferroviária. O preço dos bilhetes muda muito conforme o dia e hora, então ter flexibilidade na agenda também ajuda a economizar um pouco.

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